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No fazer e desfazer…
Dois em um…
Faço…
Desfaço!
E não faço nada;
Vejo um traço,
E perco-me;
No que faço…
Cabeça marada!
Que procura,
Com amargura,
Na noite escura…
A coisa esperada.
Mas será que o é?
Ou será que o pensas?
Sonhos…
Que não valem nada,
Nessa cabeça marada;
Continua…
Sonha com isso!
Mais pareces um ouriço;
Com o cabelo eriçado,
Estás ougado?
Vistes o lobo?
E eu agora com denodo,
Encontro-te a ti…
E por aquilo que eu vi,
Eu sei!
Eu o senti!
És aqui,
O que de ti,
Nunca vi…
Jamais,
Deste lado;
Que sai magoado!
Contigo…
Comigo…
Amigo.
Armindo Loureiro – 11/12/2011 -15H20
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