terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Adeus a uma Maga…



Estive duas vezes no Mindelo
E ouvi Cesária directamente
Era bom esse tempo agora tê-lo
Continuar a ouvi-la eternamente

Mornas e coladeiras bem cantadas
Por uma mulher que era um espanto
Eram canções por ela amadas
Num espaço dedicado ao belo canto

Partiu, foi-se embora
Ficamos mais pobres
Já nada é como outrora
Não temos vozes tão nobres

Gostava muito de a ouvir
Nas suas interpretações musicais
Agora só nos CD’s vamos sentir
A Cesária foi-se, não volta mais

Ficou assim para a eternidade
Como a Senhora daquele tipo musical
Eu sei, agora vamos sentir “sodade”
Mas é assim o Mundo, não há igual

Adeus Cesária até um dia
Quando nos encontrarmos no além
A ouvir-vos vai continuar nossa alegria
Da voz que aos ouvidos era um bem

Armindo Loureiro – 17/12/2011 – 15H10

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