amor e ódio ao mesmo tempo.
É uma metralhadora, mas também é o divã do analista.
Uma interrogação e uma afirmação, um sim e um não ao mesmo tempo.
Mas é sobretudo um beijo muito cálido.
A gente olha e pensa: Quando aperto?
Agora? Agora? Agora? Entende?
A emoção vai subindo e, de repente, pronto.
É como um orgasmo, tem uma hora que explode.
Ou temos o instante certo, ou o perdemos… e não podemos recomeçar…”
Cartier-Bresson

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