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Nada Serei
Serei pequenos pedaços,
De pedra rugosa,
Pisados pelos vivaços,
Que vêm a minha vida virtuosa…
Sou pequenos pedaços,
Cheios de muito nada,
Que são simpaticamente abraçados,
À minha vida tão desvirtuada…
São simplesmente unidos,
Para lá dos dias sofridos,
Por quem enche de emoção,
Este meu delicado coração…
São unidos em amor,
Humedecidos por beijos,
Que vão dando cor,
Aos meus simples desejos…
Rugosos,
Para os outros insensíveis,
Sedosos,
Para os teus dedos sensíveis…
Assim sou,
No mais que me dou,
Somente a quem ama,
Enquanto todos os outros engana.
In "O Povo do Cartaxo" 16/12/2011
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