segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Não sei…



Nada me diz,
Se sei ou não!
Mas fico muito feliz,
Com a ideia e com o senão…
Escrevo e volto a escrever,
E nada disto se corrige;
É um erro!
Eu o sei…
Mas o que fazer?
Se o que quero é escrever…
Por muitos erros que dê,
Há uma coisa que vos digo:
Às vezes quem nos lê,
Não compreende esse sentido;
Mas a mim o que me importa,
Se eu também leio assim;
Às vezes com a cabeça torta,
Por não entender nada em mim!
Mas vamos lá continuar,
A escrever como sentimos;
Há-de haver alguém a amar,
E a dizer,
Ai o que nós vimos…
São assim os meus escritos!
Que só podem ser lidos por mim…
Ou por alguém cujos sentidos,
Sejam iguais aos que são assim;
Os meus sentidos…
São sentidos efémeros,
E quando aqui vertidos;
Deixam de ser meus,
Por ser tão ternos…
Não sei!

Armindo Loureiro

Nenhum comentário: