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Meu beijo roubado…
No sossego do meu lar,
Há coisas que eu não vejo;
Não sei o porquê!
Será por não as amar?
Ou por não lhe dar um beijo…
Mas esse, eu lho daria,
De uma forma repicada;
Com toda a alegria,
Desta alma espicaçada.
Espicaças-me no momento,
E eu não te digo que não;
Já consegues ser um tormento,
Para o meu pobre coração!
Mas o que é que eu vou fazer?
A partir deste tormento!
Tu que te conheces,
Em ti podes crer…
E eu… Onde está o meu momento?
Para eu te vir a ter.
Dar-te esse beijo roubado,
Que é aquele que eu mais gosto;
Não pode ser repenicado,
Porque em mim, eu não aposto.
Ai se eu apostasse!
O que é que não faria…
Nesse beijo que eu roubasse,
Ia toda a minha alegria.
Armindo Loureiro – 21/11/2011 – 14H00
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