terça-feira, 15 de novembro de 2011

REAJO, LOGO EXISTO


Sou crítico e reajo, logo existo.
Se a sátira me salta... porque não?
Assim já nos dizia Jesus Cristo...
Falai sempre que vires ter razão.

Assim vou versejando e resisto...
Meus versos de maneira como são.
Que me importa eu atingir aquilo e isto...
Se a poesia assim, me dá razão!

E assim vou navegando neste mar,
Aonde somos tantos a remar...
Agrado ou desagrado, eu estou contente!

Atravesso as marés à luz do dia...
Serei igual a mim na Poesia
Reajo logo existo, eu sou vivente!

17-10-07, João da Palma

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