( Perséfone Diana)
Na inflexibilidade não estou aqui e nem ali.
O pensamento vagou no tempo.
Estive nos quatro costados e não sei onde
mas eu a vi passando por mim.
Desfilava majestosa com andar de gueixa.
Desfez diante dos meus olhos ao cruzar a esquina.
O perfume inebriante permaneceu nos ares.
No corpo esbelto tinha algo de menina.
Um corpete marcava a cintura.
Vestida com um belo vestido de fenda.
Ao mostrar as pernas eu vi uma estrela.
Trazia na pele o frescor do pêssego.
Nos cabelos o charme de Cleópatra
No grego a glória do pai.
Sedutora ela se fez Dalila
Delilah: mulher fraca, dócil.
Foi dama da noite exalando essência
Na aparição deixou marcas profundas.
Desejada como escrava de luxo
No harém foi sonho dos eunucos.
Cantava o amor enquanto sorria
Tão linda!
Olhos mensageiros em ordem ela mandava.
Muitos cativos do amor não correspondido.
Enquanto a bela dama da noite dormia
Seus seguidores embriagam no vinho
Em casas noturnas procuravam por ela.
Ela despertava ao raiar do sol pelo toque do amor.
Delicadas mãos acariciavam o rosto sem vincos
A vida transcorria nos mistérios astrais.
Ouvindo vozes alguém me chamava
Regressei sem rosto com máculas do tempo.
Alguém segurou as minhas mãos
Não sabia nomear o que eu via.
Entre a luz e as trevas eu me via
Na lenda do Feitiço de Áquila
O lobo da noite e, ela o falcão ao raiar do dia
O dia chamava pela noite para o encontro.
A febre queimava a alma
decifrando os mistérios
Senti-me parte daquele semblante quando me chamou
Degradado e açoitado pelo tempo
Segui os rastros do universo e caí no meu abismo.
Quem me chamou e me arrastou
Foi um pássaro com uma asa só.
A outra o tempo arrancou.
Eu fui embora acompanhando
A degradação da minha juventude.
( Perséfone Diana)
Na inflexibilidade não estou aqui e nem ali.
O pensamento vagou no tempo.
Estive nos quatro costados e não sei onde
mas eu a vi passando por mim.
Desfilava majestosa com andar de gueixa.
Desfez diante dos meus olhos ao cruzar a esquina.
O perfume inebriante permaneceu nos ares.
No corpo esbelto tinha algo de menina.
Um corpete marcava a cintura.
Vestida com um belo vestido de fenda.
Ao mostrar as pernas eu vi uma estrela.
Trazia na pele o frescor do pêssego.
Nos cabelos o charme de Cleópatra
No grego a glória do pai.
Sedutora ela se fez Dalila
Delilah: mulher fraca, dócil.
Foi dama da noite exalando essência
Na aparição deixou marcas profundas.
Desejada como escrava de luxo
No harém foi sonho dos eunucos.
Cantava o amor enquanto sorria
Tão linda!
Olhos mensageiros em ordem ela mandava.
Muitos cativos do amor não correspondido.
Enquanto a bela dama da noite dormia
Seus seguidores embriagam no vinho
Em casas noturnas procuravam por ela.
Ela despertava ao raiar do sol pelo toque do amor.
Delicadas mãos acariciavam o rosto sem vincos
A vida transcorria nos mistérios astrais.
Ouvindo vozes alguém me chamava
Regressei sem rosto com máculas do tempo.
Alguém segurou as minhas mãos
Não sabia nomear o que eu via.
Entre a luz e as trevas eu me via
Na lenda do Feitiço de Áquila
O lobo da noite e, ela o falcão ao raiar do dia
O dia chamava pela noite para o encontro.
A febre queimava a alma
decifrando os mistérios
Senti-me parte daquele semblante quando me chamou
Degradado e açoitado pelo tempo
Segui os rastros do universo e caí no meu abismo.
Quem me chamou e me arrastou
Foi um pássaro com uma asa só.
A outra o tempo arrancou.
Eu fui embora acompanhando
A degradação da minha juventude.


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