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CHORAMINGOS
Não vou falar, não vou falar.
Mas que já que insistiu, falo tudo com o violão.Retenho a poesia.
Não sei me explicar. To agora do lado de fora. Socorro! Quero entrar.
Sabe o que é? Essa cantiga já cansou. quero o rio manso e quieto; não jogo mais pedras em cima da ponte.
É assim mesmo que se vive?,
Ah responde ai, você tem jeito de quem sabe das coisas.
Mostra-me os arcanos, só não quero tirar a torre.
Não vá embora agora.
Meu médio (medo com tédio) também é seu,
fica aqui vamos chorar juntos depois de tomar umas. Não fique contrito.
Ouça hoje meus choramingos como um amigo imaginário.
Amanhã prometo por a máscara de novo.
Rose Dias
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