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Ao São Martinho
Quem quer quentes e boas
As belas castanhas assadas
Comem-se, e com pingas boas
Para serem bem degustadas
Hoje é dia de São Martinho
E lá teremos que as comer
Acompanhadas de bom vinho
Ai, castanhas do meu querer
É a madeira mas saborosa
Que meto pela goela abaixo
Ela é no mundo, já famosa
O preço é que já não acho
São boas, as que o são
São quase como os humanos
No meio há podridão
Provocam-nos desenganos
Porque chateia ao abrir
Quando uma está furada
Não era esse o nosso sentir
O bicho estar na nossa amada
Armindo Loureiro – 11/11/2011
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