(João Marinho)
Destroços eu trago
De tempos sem fim
E as flores sem cor
Ainda ponteiam
Os tristes jardins
Das casas da rua, sombria
Deserta...
Presente em meus rumos
Traçados em dias de amor sem fim
Meus olhos marejam
E busco uma réstia
Um rastro quem sabe
Me leve até ti
Perdido eu me acho
Em lentos segundos
Passados em passos
Num mundo em mim
Rebusco meus sonhos
De cores transluzes
Fugindo aos meus olhos
Que buscam em formas
Contidas nos corpos
Quiçá em janelas,
Ou telas traçadas
Pintadas em mim
Com formas ausentes
Da mulher amada
Na alma perdida
Num espaço sem mim
(João Marinho)
Destroços eu trago
De tempos sem fim
E as flores sem cor
Ainda ponteiam
Os tristes jardins
Das casas da rua, sombria
Deserta...
Presente em meus rumos
Traçados em dias de amor sem fim
Meus olhos marejam
E busco uma réstia
Um rastro quem sabe
Me leve até ti
Perdido eu me acho
Em lentos segundos
Passados em passos
Num mundo em mim
Rebusco meus sonhos
De cores transluzes
Fugindo aos meus olhos
Que buscam em formas
Contidas nos corpos
Quiçá em janelas,
Ou telas traçadas
Pintadas em mim
Com formas ausentes
Da mulher amada
Na alma perdida
Num espaço sem mim


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